sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Vida Bandida

 

"Dentro de mim
grita os soluços
sacodem meu corpo
ainda são o seu toque o seu beijo
Seu corpo quente nas entranhas do meu
a falta do pudor a entrega
o liquido tomado em seu corpo
o tremor o desfalecimento a roupa largada
sua boca voraz sua mão
o reflexo no espelho
A visão do teu corpo
a voz entrecortada por gemidos
o vai e vem dentro de mim
me fazendo fera acuada
ora de 4 montada
Escrava do desejo animal que domina
aceito o açoite do teu corpo novos tremores
numa frenética convulsão 1..2..3..4..
Viajo a um mundo irreal onde o mar
é vermelho as estrelas violetas o céu de carmim intenso
Libero pra você o mais profundo e intimo
Mais e mais me provoca
Palavras obscenas
o prazer explode
minhas energia são sugadas
são sentidas são verdadeiras
Desfaleço ao seu lado
me aninho em seu peito
me sinto criança nesta hora
meu corpo molhado pelo orvalho do prazer
languidamente repouso
suas mãos atrevidas
meus seios acariciam
Esquecidos do espaço e tempo
somos dois animais em guerra do dar e receber prazer."

 

Vida Bandida

 

"Dentro de mim
grita os soluços
sacodem meu corpo
ainda são o seu toque o seu beijo
Seu corpo quente nas entranhas do meu
a falta do pudor a entrega
o liquido tomado em seu corpo
o tremor o desfalecimento a roupa largada
sua boca voraz sua mão
o reflexo no espelho
A visão do teu corpo
a voz entrecortada por gemidos
o vai e vem dentro de mim
me fazendo fera acuada
ora de 4 montada
Escrava do desejo animal que domina
aceito o açoite do teu corpo novos tremores
numa frenética convulsão 1..2..3..4..
Viajo a um mundo irreal onde o mar
é vermelho as estrelas violetas o céu de carmim intenso
Libero pra você o mais profundo e intimo
Mais e mais me provoca
Palavras obscenas
o prazer explode
minhas energia são sugadas
são sentidas são verdadeiras
Desfaleço ao seu lado
me aninho em seu peito
me sinto criança nesta hora
meu corpo molhado pelo orvalho do prazer
languidamente repouso
suas mãos atrevidas
meus seios acariciam
Esquecidos do espaço e tempo
somos dois animais em guerra do dar e receber prazer."

 

Na estrada



"Tira tudo. Já." ele manda e ela, sem pestanejar, obedece. dentro do carro, em movimento, na cidade, ela se despe: a calça, os sapatos, a blusa. a calcinha fica, como última provocação. "eu mandei tirar tudo." nem um olhar dele, mas ela geme de prazer por ser mandada e tira a calcinha preguiçosamente, sentindo medo dos vidros, do ar nocturno, dele. um prazer crescente a consome a cada quilómetro nua no banco do carro. "eu quero te ver gozar, putinha", ele diz sem desviar os olhos da estrada. as costas, a bunda, suas pernas sentem-se acariciadas pelo banco do carro, pelo leve tremor do motor, da estrada. mas ela é obediente e abre as pernas sentindo o vento frio; toca-se de leve com as duas mãos, sussurra coisas, palavras abafadas para si mesma, perde-se no prazer misto de explorar seu corpo acompanhada de ordens e olhares furtivos. seu cheiro invade as mãos e o carro, ela sente calor. ele a fareja e sua mão direita procura pelas mãos dela, os dedos mergulham na pele, calor, humidade; ele lambe os dedos e ela sente mais que vê o desejo e instinto. de olhos fechados, ela esquece do frio e do calor, do medo, concentra-se nas ordens, nos dedos, no olhar dele. derrama-se pelo banco, pede pra gozar, por favor, e ele sorri. "goza pra mim. agora." Ela se dissolve em dedos e ais, no cheiro da noite e dela, no desejo dele e, exausta, pede mais."

 

Lorelei

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

De mim tens tudo


De mim, Você pode conseguir
Tudo que deseja
Tudo que sempre quis ter
Desde um simples e molhado beijo,
Até prazeres
que nunca esquecerá
Vá fundo dentro de mim
(entenda isso como quiser)
Descubra meu corpo
Descubra minha mente
Vejamos se consegue
E se depois
Você gostar do que encontrou
Vai querer algo mais...
e vai querer voltar pra gozar
como nunca gozou...
pois comigo vai ter..
de mim tens tudo
é só querer..

De mim tens tudo


De mim, Você pode conseguir
Tudo que deseja
Tudo que sempre quis ter
Desde um simples e molhado beijo,
Até prazeres
que nunca esquecerá
Vá fundo dentro de mim
(entenda isso como quiser)
Descubra meu corpo
Descubra minha mente
Vejamos se consegue
E se depois
Você gostar do que encontrou
Vai querer algo mais...
e vai querer voltar pra gozar
como nunca gozou...
pois comigo vai ter..
de mim tens tudo
é só querer..

Penetro-te



Penetro-te o corpo,
Rasgo tua alma,
Defloro o teu desejo,
E violo teu pensamento...
Grito, garganta travando, o teu nome...
Sou o teu homem que te come
Em tropeços e afagos
De dengos, carinhos, carícias e puro amor...
Penetro-te minha vida,
Minha alma,
Minha lira,
Meu agito e minha calma...
Invado teu jardim,
Como tuas pétalas e gramas,
Incendeio todas as nossas camas,
Rasgando lençóis...
Desfazendo os nós e barreiras que a vida te impregnou...
Meto... boto em ti o meu amor,
Seguro-te forte,
Faço-te uivar de dor...
Penetro-te com fúria o meu calor,
Até o fundo,
Levo-te pra fora desse mundo,
Faço chover suas lágrimas por dentro e por fora,
Faço nascer amor dentro de ti,
Por ontem, por amanhã e por agora!

Júlio Nessin