quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

meu cavaleiro

"Ah, meu Cavaleiro das sombras,
Meu anjo da mais fechada das florestas,
É em ti que eu regenero minhas forças,
Quando num átimo de segundo me devoras.
Sinto sua boca me absorvendo, lábios molhados
Seu beijo pecaminoso, devasso, cheio de vontade,
Permito-me entregar-me sem qualquer reserva,
Me abre e me explora... boca nos seios, dedos no sexo,
Toda húmida, pulsante, do jeitinho que você gosta,
Gemidos roucos cheios de tesão ao sentir seu toque.
Percorrendo sua pele com a língua,
Chego ao seu sexo e começo a saboreá-lo,
Sua seiva que escorre involuntária
Sinto seu gosto impregnando minha saliva
Minhas mãos massageando seu membro rijo
Chupo-o com toda a força do meu desejo
Te levo ao nirvana, e te engulo então.
Ah, vejo cair a sua armadura,
E o bravo cavaleiro rompe a barreira
Entregue, me joga sobre a relva molhada,
E num momento de loucura me penetra sem piedade.
Abafando meu grito com seu beijo,
Sua língua me invadindo, você sedento
Seus movimentos ritmados no meu corpo
E a certeza de que será um tremendo gozo.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
Juntos!!! Que delícia, êxtase incontrolável.
Somos nós, eu e você nesse voo inimitável.
É como saltar num precipício sem fundo,
E navegar num mar cujo horizonte jamais chega.
Teu corpo, meu cavaleiro, é um labirinto fantástico,
E desvenda-lo é alcançar a eternidade,
Num gozo incessante, num grito lancinante.
Sou eu, inteira sua, entregue ao teu desejo,
E com ela vem todo o desejo,
E a vontade de consumir você."

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