terça-feira, 26 de maio de 2009

A porta...










...ainda estava batendo e já estávamos arrancando as roupas do outro, a fome exigindo satisfação. Caímos na cama, nus, e logo começamos um 69. A minha língua se enrolou no clítoris dela, húmido e túrgido, enquanto o meu dedo se enterrava na gruta quente. Ao mesmo tempo sentia a boca dela chupando o meu pau, enquanto a mão punhetava acima e abaixo, acariciando as bolas duras e tesas. Estávamos no ponto certo, o desejo na medida e saltando em cima dela, enterrei o meu caralho todo de uma vez naquela buceta bem lubrificada e comecei a fodê-la com gosto, incentivado pelos gemidos dela: - Vai, meu garanhão, me fode toda, enterre essa verga até os colhões, me enche de leitinho!

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